quinta-feira, 26 de março de 2009

Kopenhagen


Hoje resolvi ir à Kopenhagen para comprar algumas coisinhas para a Páscoa. Trata-se de uma tradição familiar: minha mãe sempre me dava ovinhos (daqueles pequeninos) da Kopenhagen e eu amava. Diferente dos outros do mesmo tamanho, os da Kopenhagen não são ocos, o que os torna ainda mais maravilhosos. Minha mãe costumava escondê-los pela casa e, quando eu acordava, começava logo a caça aos ovinhos perdidos. Achava e comia, achava e comia, até que não agüentava mais comer chocolates e começava a guardar todos para ficar olhando as cores diferentes dos papéis laminados e comer mais tarde. Bons tempos... Cheguei eu toda empolgada na Kopenhagen e, de cara, pedi um capuccino. Se alguém não conhece o capuccino da Kopenhagen, recomendo que vá até lá correndo e peça um. Uma dica: vá à loja do Botafogo Praia ou do RB1 e peça caprichado. O que vcs vão receber é uma xícara com chocolate raspado da casa até a boca, uma gota de café e outra de leite. É um sacrilégio! Mas em nenhuma outra loja (e olha que já tentei em várias) o chocolate é tão bem servido quanto nessas duas. Voltando: pedi meu capuccino, me deliciei e pedi 5 (apenas 5) ovinhos pra eu matar a saudade e manter a tradição. O peso foi 56 gramas. O valor? R$8,95!!!!!! Comprei mais um mini ovo de chumbinho pra minha filha, um colehinho (inho mesmo) e uma barrinha – também em proporções bem reduzidas. Total, somando o café, R$32,00. Definitivamente, é hora de quebrar a tradição...

quarta-feira, 25 de março de 2009

São Paulo


Uma amiga comentou comigo que sempre que vai a SP lembra de uma fala de um filme do Domingos Oliveira que diz que carioca quando vai para SP fica em depressão e acaba fazendo besteira. Eu devo ser uma carioca atípica então, pois adoro ir a SP. Não conheço Nova Iorque, mas identifico SP com as descrições normalmente relatadas de NY: a cidade não para, e eu acho lindo passar altas horas pela Av. Paulista e ver tanta vida. Além disso, as grandes programações culturais estão em SP: as maiores livrarias, peças de teatro, shows, exposições. Passei pela livraria Cultura e fiquei boquiaberta. Aqui no Rio sou fã da Livraria da Travessa, com suas estantes de madeira escura. Quando me deparei com a Cultura do Shopping Bourbon, cai dura. Que ambiente mais lindo, aconchegante, com aquelas estantes clarinhas, aquela iluminação convidativa (totalmente diferente das lâmpadas frias da Saraiva), o café espaçoso do Viena no fundo. Sem falar na enorme variedade de livros, cds e dvds, fiquei doida...

Voltando a SP, também adoro fazer compras por lá. O bairro do Bom Retiro é um paraíso de consumo de roupas femininas e as lojas de sapatos, que eu já mencionei antes, são meu fetiche. E claro que tem os restaurantes. Comer em SP é tudo de bom. Eu só fico deprimida em SP quando não tenho tempo de aproveitar nada disso, se bem que só de andar de taxi por lá já me satisfaço olhando a cidade passar pela janela, aquela gente toda, aqueles muros grafitados, os túneis diferentes (adoro os túneis), a velocidade, os prédios e carros chiques...

Só fico tensa mesmo é no aeroporto, rezando pra dar tudo certo. Mas depois de decolar, vem a tam com mais um picolé... E opior foi o discurso: como moramos em um país tropical a tam traz mais uma novidade, e blábláblá... eu chamo isso de redução de custos, eles de novidade. Ok, estou de volta ao Rio!

terça-feira, 24 de março de 2009

Picolé & Omelete

Ontem tive que vir para Sampa e peguei um vôo da TAM. Em geral prefiro a modernidade da Gol, mas o que me consola é que não vou ganhar barra de cereal e ainda tem balinha na Tam.
Embarque finalizado, portas em automático, balinhas servidas, informações sobre segurança, vôo autorizado, lá fomos nós. Eu peguei logo um livro e enfiei a cara nele. Nem ouvi quando anunciaram o serviço de bordo, tão concentrada que estava no livro. Quando a comissária me ofereceu o “lanche” não acreditei. De fato não era barrinha de cereal, mas era... um picolé! E os passageiros ainda podiam escolher entre sabores variados: morango ou tangerina. Gente, que coisa mais inesperada! E eu nem gosto de sorvete (antes que me perguntem por que, eu explico: é gelado; se fosse quente eu gostava). Acabei me rendendo e pegando um picolé de morango, porque pelo menos tinha só 59 calorias.
Ao chegar em SP, para fechar a noite, peguei um táxi no aeroporto para ir para o meu hotel. Já pensava em não sair do hotel nem pra comer mesmo, sonhava com um omelete no quarto depois de um banho quente. O taxista resolve ligar o radio no meio do meu devaneio com omelete de queijo: música sertaneja, daquelas que parece que o cantor está cantando direto do vaso no meio de uma mega dor de barriga, sabe? Afe... Eu pensei: relaxa, não vai demorar muito, a temperatura está boa e daqui a pouco você toma seu banho e come seu omelete... Enfim, depois de muitas músicas desse tipo, cheguei ao hotel. O omelete desejado estava divino, de queijo com cogumelos. Simplesmente perfeito. Nem tudo estava perdido!!!

segunda-feira, 23 de março de 2009

Futebol

Ontem teve Flamengo X Vasco no Maracanã, que é sempre terreno fértil para pérolas. A melhor que ouvi foi essa:

Clássico é classíco e vice versa.

Então tá!

sexta-feira, 20 de março de 2009

Versissimo

Recentemente, em uma palestra, Luis Fernando Verissimo foi perguntado pela plateia sobre o que pensa da morte. Ele respondeu: "Sou contra."

quarta-feira, 18 de março de 2009

Eu te amo


Estive lendo hoje o blog do João Paulo Cuenca. Cheguei lá por acaso e de imediato a escrita dele me pegou, ou melhor, me arrebatou. Como ele escreve bem! Há tempos não lia nada assim, ainda mais em blogs. Trasncrevo um pequeno trecho escrito por ele e recomendo uma visita ao blog dele.

"Costuma começar com um tímido “gosto de você” cochichado entre copos, no passo desastrado de dança, na primeira fragilidade exposta. Depois, há gradações que passam por eufemismos como o verbo “adorar” e que são transmitidas em bilhetinhos ou mensagens de texto pelo telefone. A progressão do afeto declarado pode levar meses ou anos até o “eu te amo” definitivo que, como diria Barthes, só tem algum significado na primeira vez que é dito. E se o outro responde que sim (o primeiro “eu te amo” não é uma afirmação, e sim uma pergunta), cristaliza-se a única alucinação que se pode ter em dupla.

Até que dela se acorde."

segunda-feira, 16 de março de 2009

Meu Querido Pônei

Eu não tive, mas sempre achei lindo. Até recentemente dei um pra minha afilhada. Sim, eu já quis ter um querido pônei! Essa sessão nostalgia foi causada por uma matéria que vi na internet sobre as novas versões para os bichinhos. Achei muito legais, e reproduzo aqui para vocês!


O site que tem os pôneis é o http://www.thetoyzone.com/25-inspiring-my-little-pony-mods/